terça-feira, 12 de agosto de 2008
Noitadas olímpicas
Os dois rolaram no chão juntos, não houve golpe aplicado por nenhum dos judocas.
Camilo foi o primeiro deles a tocar as costas no chão, e o juíz deu o ponto que decretou a vitória do "Pit-Boy" alemão.
Como disse o Álvaro José, nessas Olimpíadas não se tem praticado muito judô, e as arbitragens têm sido condescendentes com técnicas não muito nobres.
Posso não entender lhufas de judô, mas o que tenho visto nesse ano é bem diferente daquilo que me recordo de ter acompanhado nas últimas quatro Olimpíadas que assisti.
Acho que o Alvinho está com a razão.
Agora vou ver o vôlei masculino, Brasil x Sérvia. As 6:00h tem o futebol feminino, perdi os outros dois jogos, preciso ver esse.
Essas Olimpíadas vão acabar me matando...
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
200 por hora e subindo...
Será que vocês me agüentam até chegarmos aos 1000?
Muito obrigado pra quem tem paciência de ler as bobagens desse humilde blogueiro.
Um abraço!
Pequena semelhança
Impressionante
Foi embasbacante, confesso que fiquei de boca aberta assistindo à prova. Nunca, em minha vida, havia visto uma demonstração tão perfeita de performance de alto rendimento num esporte olímpico.
Tamanha a qualidade dos atletas que ali estavam, que o recorde mundial foi simplesmente pulverizado. A marca anterior foi batida em mais de 4 segundos.
Dos oito conjuntos que nadaram, apenas três não superaram o recorde anterior, ainda assim por poucos décimos de segundo apenas.
A disputa entre EUA, França, Austrália e Reino Unido foi acirradíssima. O americanos estavam atrás dos franceses até a virada para os últimos 50 metros.
Lezak, feito uma bala, engoliu o campeão mundial Bernard e virou a peleja para os filhos de Tio Sam.
Não havia brasileiros na piscina, e mesmo assim era impossível desgrudar os olhos da TV.
Foi de arrepiar.
Atletas brasileiros devem ser valorizados
Diziam: "ah, é uma pena, eles chegaram tão perto!" ou então "Faltou tão pouco para o ouro." ou outras coisas semelhantes.
Será que realmente chegaram tão perto assim?
Existe um abismo enorme entre a estrutura para os esportes olímpicos do Brasil e de países como Estados Unidos, França, Japão, Austrália, etc.
Até mesmo de Cuba, uma ilha minúscula, fechada ao resto do mundo, paupérrima e cheia de embargos econômicos, nós estamos à anos-luz de distância.
O feito de Leandro Guilheiro e Ketleyn Quadros merece ser aplaudido de pé. Temos a obrigação de manter uma dívida de gratidão eterna com eles, e com os nossos outros possíveis medalhistas dessa olimpíada, por representarem tão bem o nome de nosso país lá fora.
País, esse, que fez tão pouco, ou nada, por esses heróis abnegados. Gente que se dedica, as vezes, até 7, 8 horas diárias de treino e não recebe qualquer incentivo do governo, ao menos que fosse um centro esportivo decente, e acabam por treinar em centros particulares.
E, em alguns casos, ainda são explorados por bandidos travestidos de dirigentes das federações de seus esportes, como no caso do basquete.
Ketleyn entra para a história como a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica num esporte individual. Assim como Jaqueline e Sandra, em 1996, foram as primeiras brasileiras a conquistar uma medalha de ouro.
Por isso os meus parabéns aos dois medalhistas de até agora, aos que possivelmente serão até o fim dessa Olimpíada e aos que já foram heróis de outras edições.
O Mundo agradece.
Na terra das artes marciais
Pela primeira vez uma mulher brasileira subiu no pódio olímpico em um esporte individual.
Tinha que ser na China, na terra das artes marciais e seus guerreiros voadores, que uma judoca do Brasil conquistaria sua medalha. Ketleyn Quadros fez história.
Ela comecou a ser contada quando Ketleyn passou pela espanhola Fernandez, ex-campeã olímpica e mundial. A partir daí, tudo seria possível. Contra a australiana Maria Pekli, ela tomou toda a iniciativa até a conquista do bronze.
Ketleyn foi a primeira de uma seleta lista com nomes como Maria Lenk, Piedade Coutinho, Aida dos Santos, entre outras. Quantas brasileiras tentaram e não conseguiram chegar lá. Até Ketleyn quebrar a barreira.
Na história, ela foi a primeira. Em Pequim ,ela foi a primeira. Mas não deverá ser a última.
O que vocês acham?Álvaro José Paes Leme é comentarista esportivo, esteve em sete Olimpíadas até hoje, agora indo para a oitava participação. Além disso é o sogro que todo homem gostaria de ter, pai da Fernandinha Paes Leme.
domingo, 10 de agosto de 2008
Atendendo à pedidos
A camisa número 12, Francesca Piccinini:

E a número 7, Martina Guiggi:

A Mari, a Jaqueline e a Paula Pequeno que me perdoem, mas já estou encaminhando os papéis para minha dupla nacionalidade.